1740-1749

 No ano de 1799 faleceu, no coração do sertão nordestino, o Sargento-Mor Thomaz de Araújo Pereira II, nascido em 1740, figura representativa de uma geração de homens forjados na expansão territorial e na consolidação das famílias dominantes do interior. 

Sua morte ocorreu em uma região que, durante longo período, foi conhecida como Sertão de Bruxaxá, denominação antiga de um espaço agreste e pouco povoado, marcado pelas dificuldades naturais e pelo esforço contínuo de ocupação. Com o correr do tempo, entretanto, a paisagem local imprimiu nova identidade ao lugar que era justamente a presença de um riacho cujas margens eram formadas por extensos bancos de areia de coloração extremamente branca le

vou a população a adotar o nome Brejo d’Areia, topônimo que se fixou definitivamente na geografia da Paraíba.

Thomaz de Araújo Pereira II era filho do Tenente-Coronel Thomaz de Araújo Pereira I e de Maria da Conceição Mendonça, pertencendo, portanto, a uma ramificação de influência militar e social, profundamente vinculada ao processo de ocupação dos sertões. Ao longo de sua vida, deu continuidade ao legado familiar, tanto pela posse de terras quanto pelo exercício de autoridade local, desempenhando papel relevante na organização econômica e social da região em que viveu.

Casou-se com Teresa de Jesus Maria de Medeiros Rocha, união que consolidou alianças entre importantes famílias sertanejas. Desse matrimônio nasceram treze filhos, cuja descendência se espalhou por diversas áreas do Nordeste, exercendo influência duradoura na vida política, administrativa e agrária. 

Entre esses filhos, destacam-se Thomaz de Araújo Pereira, que alcançou projeção histórica ao tornar-se o primeiro presidente da província do Rio Grande; Manoel Pereira de Araújo; Felipe de Araújo Pereira; e Joaquim de Araújo Pereira, todos inseridos em trajetórias que reforçaram o protagonismo da família Araújo Pereira nos destinos regionais.

A permanência desse legado ainda se faz sentir nos dias atuais. Um de seus sobrinho-descendentes, Cesar Araújo, mantém sob sua posse a propriedade rural conhecida como Picos de Cima, herdada de seus antepassados. Essa terra, transmitida ao longo das gerações, permanece como testemunho material da presença de homens honrados e desbravadores que, a custo de trabalho árduo e perseverança, lançaram as bases da ocupação e da identidade histórica do sertão nordestino.

 JOANA DE ARAÚJO PEREIRA (1740/1818). Filha do Tenente coronel Thomaz de Araújo Pereira I, o famoso 'Adão do Seridó' e de Maria da Conceição Mendonça. Esposa de Estêvão Álvares Bezerra e em segunda núpcias de Gregório José Dantas Corrêa. Genitora de Maria Benta Pereira; Albino de Araújo Dantas; Rosa Corrêa e Gregório José Dantas Corrêa.  


O tenente Antônio Paes de Bulhões e sua esposa Anna de Araújo Pereira (1741–1801) foram pais de uma extensa prole, composta por Anna Thereza da Silva (n. 1754), Izabel Ferreira (n. 1758), Anna de Araújo Pereira (1760-1934), Clara Maria dos Reis (1762–1843), Gregório Paes de Bulhões (1764–1818), Bartholomeu da Costa Pereira (1766–1829), Izabel Ferreira de Mendonça (1767–1826), Cosme Pereira da Costa (1768–1865), Antônia Vieira da Costa (1770–1821), Cecília Pereira da Costa (1771–1816), Maria Leocádia da Conceição (1772–1800), Joanna Paes de Bulhões (1773–1835), Thereza de Jesus Maria (1777–1803) e Antônio Pereira da Costa, falecido em 1810. 

A respeito de Antônio Paes de Bulhões circularam inúmeras histórias entre os antigos, muitas das quais foram registradas por um seu descendente, o Dr. Manoel Dantas, e posteriormente relatadas por Medeiros Filho, que preservou, inclusive, o episódio singular do pedido de casamento da filha de Tomás de Araújo Pereira. 

Segundo essa tradição, Antônio Paes, já solteiro e “entrado em anos”, não ousava pedir em casamento a filha do abastado português Thomaz de Araújo Pereira (1701-1781), seu inimigo declarado. Tampouco Thomaz de Araújo  poderia recusar tal pedido quando este lhe foi apresentado em circunstâncias peculiares.

Nos tempos remotos em que o Seridó apenas começava a ser povoado, celebrar uma missa era empresa difícil, e mais ainda encontrar quem pudesse auxiliar o sacerdote na cerimônia. Conta-se que o anfitrião mandou buscar, a alguma distância, um padre para celebrar missa em sua fazenda Picos de Baixo. Porém, ao chegar o sacerdote, verificou-se que, entre a numerosa assistência, ninguém possuía o conhecimento necessário para auxiliá-lo. 

Naquela região, apenas Antônio Paes sabia responder em latim segundo o ritual romano, além de dominar as práticas litúrgicas. Diante dessa circunstância, o português Thomaz de Araújo viu-se obrigado a quebrar sua resistência e a convidar o rival para servir de acólito. 

Antônio, por intermédio de um amigo comum, aceitou prontamente. Terminada a missa e quando ele se preparava para retirar-se, esse mesmo amigo, conhecendo a simpatia que nutria pela jovem Anna de Araújo, formulou publicamente o pedido de casamento. Nem o pai nem o pretendente recusaram a proposta, selando-se, assim, uma amizade sincera.

A figura de Antônio Paes de Bulhões, entrementes, insere-se em linhagem mais remota. Oriundo de Goiana, Pernambuco, filho de Manoel Vieira da Costa e Maria de Araújo Paes de Bulhões, sua ascendência, se recuada pelos ramos tradicionais da família Bulhões, conduziria até Godofredo de Bulhões, duque da Baixa Lorena, comandante-em-chefe da Primeira Cruzada, responsável por reconquistar Jerusalém em 1099. 

Herói aclamado e proclamado rei da Terra Santa, recusou tal título afirmando não desejar “usar coroa de ouro onde a Cristo fora destinada uma de espinhos”. Preferiu o de “defensor do Santo Sepulcro”, alegando que o verdadeiro rei de Jerusalém era Cristo, representado pelo seu vigário. 

Godofredo morreu em 18 de julho de 1100. O historiador Steven Runciman, em História das Cruzadas, relata que, ao preparar-se para partir, correu o boato de que ele jurara vingar a morte de Cristo com o sangue dos judeus, boato do qual teria se valido para chantageá-los, obtendo mil moedas de prata em troca de segurança. 

Acrescenta que, após angariar fundos chantageando judeus, vendeu suas propriedades em Rosay e Stenay, no Meuse, e empenhou o castelo de Bouillon ao bispo de Liège, podendo com isso equipar um exército imponente. Segundo Runciman, sua figura, alta, bem constituída e loura representava o ideal cavaleiresco setentrional. 

Além disso, o célebre Santo Antônio de Pádua, nascido Fernando Martins Bulhões em 15 de agosto de 1195, filho de Martinho de Bulhões (descendente do cruzado Godofredo) e de Maria Teresa Taveira, falecido em 13 de junho de 1231 e canonizado por Gregório IX, também pertencia a essa estirpe, tendo sido proclamado Doutor Evangélico por Pio XII em 16 de janeiro de 1946. 

Outro registro relevante encontra-se no Processo de Habilitação de Amaro Soares Mariz, datado de 1764–1767, no qual o Capitão João Paes de Bulhões, natural de Goiana e morador do engenho Boa Vista, então com 72 anos, figura como testemunha, declarando “ser cristão-velho” e viver de seu partido de canas de açúcar. 

Além disso, duas prosas distintas evocam a figura de Antônio Paes de Bulhões. A primeira refere-se a um escravo de um estranho senhor de Camaratuba, chamado Feliciano José da Rocha, homem de grande generosidade moral, que, em época de severa seca, vendeu sua provisão de farinha a Antônio Paes, recusando receber pagamento e revelando compaixão verdadeira pela família do seridoense. 

Tal gesto de humanidade rendeu-lhe, futuramente, a liberdade, concedida por Antônio após o fim da seca, além do estabelecimento como vaqueiro em uma de suas melhores fazendas. Feliciano prosperou, adquiriu a fazenda Barrentas, em Acari, e nela morreu já idoso, respeitado como “um dos homens de bem daquela terra”.

A segunda conversa, retomando a vida pessoal de Antônio Paes, explica não apenas seu casamento com Anna de Araújo, mas também o espírito prático da esposa, que desafiou a regra doméstica imposta pelo marido, segundo a qual naquela casa se comeria apenas duas vezes ao dia. 

Dona Anna, reclamando a soberania “da porta do meio para dentro” e recordando que trouxera consigo cem vacas de ponta dourada, cinquenta novilhas e cinquenta garrotes, manteve seu costume de almoçar, jantar e ceiar. Diante da firmeza da esposa e do pacto original, Antônio Paes reconheceu: “Tem razão, senhora”. E, até a morte, cada qual conservou seu sistema.

Essas histórias, preservadas na tradição oral, compõem um retrato amplo e profundo da personalidade de Antônio Paes de Bulhões. No contexto do antigo Seridó, sua figura emerge como arquétipo do sertanejo cujos valores como honra, gratidão, pragmatismo e capacidade de estabelecer alianças regulavam a vida social, doméstica e religiosa. 

O episódio da seca revela sua habilidade de reconhecer a nobreza moral de Feliciano, retribuindo-lhe com lealdade e oportunidade de ascensão. O episódio do casamento mostra sua aptidão para transformar um inimigo em aliado mediante circunstância estratégica, revelando também a autonomia e a firmeza da esposa. A disputa doméstica demonstra um homem que, embora imponha regras, respeita acordos e reconhece a legitimidade da autoridade feminina no âmbito que lhe fora destinado.

Portanto, a figura de Antônio Paes de Bulhões permanece, na memória regional, como exemplo de “homem de bem”, cuja reputação foi construída tanto pela palavra empenhada quanto pela capacidade de honrar compromissos quer públicos ou privados. Suas histórias, atravessando gerações, constituem valioso testemunho dos códigos sociais que estruturaram a vida, a honra, o poder e a convivência no antigo Seridó.




Francisca Alves dos Santos contraiu matrimônio com o tenente Antônio Francisco dos Santos, morador do Sobradinho, nascido por volta de 1742. Consta que, no ano de 1797, Dona Francisca já havia falecido. Seu esposo veio a óbito em 23 de janeiro de 1807, vitimado por hidropisia, sendo sepultado no dia seguinte na Matriz do Seridó, do Cruzeiro para cima, com as exéquias encomendadas pelo vigário Francisco de Brito Guerra. O inventário do casal somente foi processado no ano de 1837, nele figurando como único bem a Fazenda Sobradinho, com trezentas braças de frente, com as de fundo que então houvesse, conforme a expressão constante nos autos.

Da numerosa descendência desse casal, apenas uma parcela reduzida pode hoje ser identificada na sociedade contemporânea do Seridó e mesmo além de suas fronteiras, o que atesta a longa projeção histórica dessa estirpe. Entre seus descendentes destacam-se figuras de relevo na vida pública, como Vivaldo Silvino da Costa, deputado estadual, ex-governador do Rio Grande do Norte e prefeito de Caicó; Agenor Nunes de Maria, senador da República e deputado federal; Cipriano Correia e Francisco Melquíades Neto, deputados federais pelo PMDB, respectivamente pelo Rio Grande do Norte e pelo Tocantins; bem como Adjuto Dias, Neto Correia, Álvaro Dias, Joaquim Alves, suplente, e Hoberdam Damázio, também suplente, todos deputados estaduais pelo Rio Grande do Norte. Na esfera executiva municipal, figuram Francisco Medeiros, Vidalvo Costa e Vivaldo Costa, em Caicó; Joaquim Alves da Silva e Givaldo da Silva Medeiros, em Jardim do Seridó; José Cirilo de Azevedo, João Bosco da Costa e João Lázaro, em São José do Seridó; Geraldo Alves da Silva, em Cruzeta; Neto Correia, em Santana do Matos; e Aníbal Pereira, em São João do Sabugi. Na vereança, encontram-se, entre outros, Pacífico Florêncio de Azevedo, Vicente Rogério da Costa, conhecido por Frade, Antônio Balbino da Costa, Pretinho de Frade, Júlio Alves da Costa, o Júlio Frade, Joaquim Gregório de Azevedo, Francisco Gregório, Abraham Alves da Silva, Ademar Costa, Salatiel Costa, Avelino Medeiros, Joariz Silva, Roberto Gennano e Nelson Frade, por Caicó; e Francisco Procópio da Costa, Francisco Dias de Araújo, José Alves da Costa, Antônio Alves da Silva Filho, Joací Costa de Araújo e Melquíades Chianca, pela Câmara Municipal de Jardim do Seridó. Na pequena indústria e no comércio, sobressaíram Antônio Alves da Costa Pretinho, Ademar Costa, Abraham Alves da Silva, Alei Silva, Vital da Costa e Miguel Cirilo dos Santos.

O antigo patriarcado do Sobradinho, no município de Caicó, teve como seu último representante Pedro Domingos dos Santos, conhecido como Pedro Catarina, cidadão de reconhecida nobreza moral, falecido nonagenário no início da década de 1990, encerrando simbolicamente um ciclo secular dessa linhagem.

Antônio Francisco dos Santos e Francisca Álvares dos Santos tiveram numerosa prole. A primogênita, Antônia Joaquina, casou-se com Francisco da Costa Barbosa, segundo a tradição natural das Espinharas ou de Pombal. Foram pais de Francisca Sebastiana da Costa, que contraiu matrimônio com Domingos Álvares dos Santos, filho de João Alves dos Santos e Helena do Rosário de Melo, em 24 de novembro de 1808, na Matriz do Seridó, dispensados da consanguinidade, perante o pároco Francisco de Brito Guerra e as testemunhas João Dantas de Azevedo e Gonçalo Álvares Gameiro; de Maria Rosário da Conceição, que se casou em 1819 com Gonçalo Álvares Gameiro, viúvo de Rosa Teixeira de França; e de Manoela Maria da Boaventura, que, em primeiras núpcias, desposou Francisco Xavier das Chagas em 1822 e, enviuvando, contraiu segundas núpcias em 7 de outubro de 1823, na Matriz do Seridó, com José Soares da Silveira, natural de Bananeiras.

Miguel Francisco dos Santos, outro filho do casal, foi casado com Tereza Pastora de Jesus e, segundo consta no inventário dos pais, ausentou-se com a família para o sul de Pernambuco. Deste ramo descenderam Maria Cardoso, casada em 10 de janeiro de 1824, na Matriz do Seridó, com Serafim José de Oliveira, viúvo de Isabel Pereira da Fonseca, sepultada na Matriz de São José dos Bezerros, em Pernambuco; e José Francisco dos Santos, casado com Maria Tereza de Jesus, natural da freguesia de Bezerros, filha de João Fidélis dos Santos e Vicência Maria de Jesus.

Vicente Francisco dos Santos, igualmente filho do casal, era casado e, no ano de 1837, residia na região do rio São Francisco. Antônio Francisco dos Santos, homônimo do pai, uniu-se em matrimônio em 5 de outubro de 1789 com Ana Luíza da Purificação, filha de Francisco Mendes de Castro e Francisca Maria de Jesus, sendo deste enlace vasta descendência. Joaquina Maria de Santana, filha desse casal, casou-se em 1819 com Domingos Alves de Santana, filho de João Fidélis dos Santos e Vicência Maria de Jesus, nascido por volta de 1790 e falecido em 12 de fevereiro de 1827, após ser mordido por uma cobra cascavel no Sítio Sobradinho. Francisca Alves dos Santos casou-se em 28 de janeiro de 1828 com Manoel Ferreira dos Santos, viúvo de Ana Maria, sepultada na Igreja do Livramento. João Francisco dos Santos uniu-se a Vicência Maria, filha de João Fidélis dos Santos e Vicência Ferreira da Silva. Maria Francisca da Conceição recebeu as bênçãos nupciais em 16 de fevereiro de 1832, na Matriz do Seridó, dispensada da consanguinidade, com João Batista da Silva, filho de João Fidélis dos Santos e Vicência Maria de Jesus.

Joana Maria dos Santos casou-se com José Álvares dos Santos, filho de Domingos Álvares dos Santos e Luíza Domelles de Bittencourt, ficando a descendência relacionada sob o marido. Ignácia Maria de Jesus foi esposa de José Rodrigues de Menezes, natural da freguesia do Pilar, filho de Pedro Rodrigues de Menezes e Ana Maria da Conceição, já falecida à época do matrimônio celebrado em 1804, tendo Dona Ignácia uma filha natural, Maria Ignácia, que se casou em 1816 com Lázaro Soares de Brito, retirando-se ambos para lugar incerto.

Catarina Álvares dos Santos, também conhecida como Catarina Vitória do Nascimento e apelidada Catarina do Seridozinho, contraiu matrimônio em 8 de janeiro de 1805, na Fazenda Sobradinho, com seu primo Francisco Álvares dos Santos, vindo a falecer antes de 10 de fevereiro de 1864, enquanto o marido foi sepultado em 11 de maio de 1832. Anna Francisca dos Santos casou-se em 9 de dezembro de 1805, na Matriz de Santana do Seridó, dispensados da consanguinidade, com José Mathias da Silva, filho de Caetano Coelho e Tereza Maria de Jesus, sendo pais de Josefa Maria das Virgens, que se casou em 4 de março de 1832 com Félix Ferreira de Lima, natural de São José de Mipibu, e de José Mathias da Silva Júnior, que desposou Maria Fausta de Jesus em 2 de agosto de 1833.

Domingos Alves dos Santos, já falecido em 1837, deixou dois filhos, Francisco Alves dos Santos e Joaquina, casada com Manoel de Tal. Felipe Francisco dos Santos, morador no Barbosa de Cima, proprietário do Sobradinho e dos Verdes e possuidor de casa no Caicó, casou-se em primeiras núpcias, a 28 de setembro de 1808, com Tereza de Santana, filha do capitão Antônio Batista dos Santos e Florência Domelles de Bittencourt, e em segundas núpcias, a 9 de junho de 1823, com Manoela Maria da Encarnação, filha de Francisco do Rego Toscano e Luzia Maria da Encarnação, falecendo em 12 de junho de 1848, com inventário concluído em 1º de março de 1856, sendo sua família ainda hoje amplamente conhecida em Caicó.

Segue-se, a partir desse tronco, extensa e complexa descendência, ramificada por múltiplos enlaces matrimoniais ao longo do século XIX e primeiras décadas do século XX, perpetuando-se em diversas localidades do Seridó, do Rio Grande do Norte, de Pernambuco, da Paraíba e de outras regiões do país, compondo um vasto mosaico genealógico no qual se entrelaçam nomes, datas e episódios que, reunidos, constituem verdadeiro monumentum memoriae dessa antiga família sertaneja, cuja história se confunde, em larga medida, com a própria formação social, econômica e política do Seridó.


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